terça-feira, 26 de julho de 2016

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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

sábado, 27 de junho de 2015

Estudando História: Doc. Abolição 1988

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sábado, 9 de maio de 2015

Serviço Social: LEI Nº 11.343, DE 23 DE AGOSTO DE 2006.

Serviço Social: LEI Nº 11.343, DE 23 DE AGOSTO DE 2006.: Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.343, ...

O ESTOPIM_ FILME COMPLETO

O Estopim



 O assassinato do ajudante de pedreiro Amarildo, após uma sessão de
tortura por parte de policiais da UPP da Rocinha em julho de 2013,
trouxe à tona fundamental discussão sobre a política de segurança
pública do Rio de Janeiro. Esse é o mote do documentário O Estopim, de
Rodrigo Mac Niven, que usa o caso de Amarildo como pano de fundo para
falar sobre a militarização do projeto de governo e denuncia o que vem
acontecendo na rotina das comunidades cariocas desde a implantação das
UPPs.

Com cenas de ficção vividas pelo ator Brunno Rodrigues na
pele do Amarildo, o documentário tem como fio condutor o líder
comunitário da Rocinha Carlos Eduardo Barbosa, o Duda, amigo da família
do ajudante de pedreiro. Meses antes do desaparecimento de Amarildo, no
dia 14 de julho de 2013, Duda já havia denunciado ao Ministério Público
os abusos policiais na comunidade. Até hoje, ele luta para que outros
casos como este não voltem a acontecer.

A história de vida e
coragem do líder comunitário foi o que motivou Rodrigo Mac Niven,
diretor e roteirista, a fazer o filme. “A coragem da família e dos
amigos de Amarildo se transformou em símbolo de resistência e luta da
sociedade civil contra a violência do Estado. O caso Amarildo foi o
estopim não apenas para a mobilização de outras comunidades, mas
principalmente para expor as fragilidades de um projeto de segurança
pública militarizado. Essa história precisava ser retratada”, afirma
Rodrigo Mac Niven.

O Estopim foi realizado em menos de um ano,
desde a pré-produção até a finalização, de forma independente e
colaborativa. Os cerca de 40 profissionais envolvidos foram convidados
pelo diretor e aceitaram entrar no projeto por entenderem a importância
da discussão proposta no documentário.