quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Alysson Mascaro - A FORMAÇÃO DO PENSAMENTO POLÍTICO NA ANTIGUIDADE CLÁSSICA

Alysson Mascaro




AULA DE MASCARO NO TJ/SP



Aula Magna de Alysson Leandro Mascaro, proferida na Escola Paulista da Magistratura (EPM), do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, por ocasião da abertura do Curso de Pós-Graduação em Direito Público.
O jurista e filósofo brasileiro, professor da USP, abriu o curso com uma sequência de três aulas nas quais desenvolveu reflexões acerca do módulo “Introdução à Filosofia Política e às matrizes do constitucionalismo”.
O curso foi coordenado pelo Desembargador Paulo Magalhães da Costa Coelho e pelos magistrados Luis Manuel Fonseca Pires e Marcos de Lima Porta.
A Aula Magna tem por tema “A formação do pensamento político na Antiguidade Clássica” e foi proferida no dia 15 de fevereiro de 2016 no auditório da EPM-TJ/SP.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

DIREITO DA PERSONALIDADE | DIREITO CIVIL | DESCOMPLICA CONCURSOS

Campanha de Mulher | Dani Balbi — 65800

PRECONCEITO BANHEIRO DE SHOPPING





Maracanã comenta a situação de uma transsexual, que foi impedida de usar o banheiro feminino, no shopping que ela trabalha.

Band Minas


BAND CIDADE - Travesti é proibido de usar banheiro em Shopping de Salvador



Um grupo de vinte e um funcionários fez um abaixo assinado pedindo que o travesti, que também trabalha no centro comercial, não utilize o banheiro feminino.

Band Bahia

Entenda o Tribunal do Júri



Tribunal de Justiça de Santa Catarina

Simulação Juri Ada 1º Ano B





Simulação realizada pela Escola Estadual Adventor Divino de Almeida no Fórum de Campo Grande-MS

Mandando a Real

Professor faz júri simulado com alunos do 1.º ano do ensino médio da E.E...





Um professor de Filosofia da Escola Estadual Wil­quem Neves, de Olímpia, SP, realizou com os alunos do primeiro ano do ensino médio daquela escola, um júri simulado, para que os estudantes tomem conhecimento de como são julgados os crimes dolosos contra a vida. Na atividade, que chama de teatro da espontaneidade, o professor tenta criar um ambiente o mais próximo da realidade possível, para que os adolescentes tenham contato com o processo filosófico que é desenvolvido pela justiça nestes casos.

José Arantes

Júri Simulado - Direito - 2018

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

RESUMO DO LIVRO "O PRÍNCIPE DE NICOLAU MAQUIAVEL"

Professor Valdeni Cruz - Pentecoste - CE: RESUMO DO LIVRO "O PRÍNCIPE DE NICOLAU MAQUIAVEL":



RESUMO DO LIVRO "O PRÍNCIPE DE NICOLAU MAQUIAVEL"


O Príncipe (em italiano, Il Principe) é um livro escrito por Nicolau Maquiavel em 1512, cuja primeira edição foi publicada postumamente em 1532. Trata-se de um pequeno manual da conduta de príncipes, no mesmo estilo do Institutio Principis Christiani de Erasmo de Roterdã: descreve as maneiras de conduzir-se nos negócios públicos internos e externos, e fundamentalmente, como conquistar e manter um principado. Maquiavel deixa de lado o tema da República que será mais bem discutido nos Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio. Em vista da situação política italiana no período renascentista, existem teorias de que o escritor, tido como republicano, tenha apontado o principado como solução intermediária para unificar a Itália, após o que seria possível a forma republicana. O tratado político possui 26 capítulos, além de uma dedicatória a Lorenzo II de Médici (1492? 1519), Duque de Urbino. Através de conselhos, sugestões e ponderações realizadas a partir de acontecimentos anteriores na esfera política das principais localidades de então, o livro pretendia ser uma forma de ganhar confiança do duque, que lhe concederia algum cargo. No entanto, Maquiavel não alcança suas ambições. É neste livro que surge a famosa expressão os fins justificam os meios, significando que não importa o que o governante faça em seus domínios, desde que seja para manter-se como autoridade. Alguns cursos de administração de empresas fazem leituras aparentemente deturpadas de tal obra, afirmando que, se uma empresa for gerida considerando as metódicas análises do autor, a mesma conseguiria prosperar no mercado.
Maquiavel começa o livro com uma dedicatória ao Magnífico Lourenço de Médicis, oferecendo-lhe o livro e as faculdades de sabedoria que, a Maquiavel, venho a conhecer em anos e com incômodos perigos. Do capítulo 1 ao 15, descreve as formas de poder e os dois principais tipos de governo: as monarquias e as repúblicas.No capítulo 15, Maquiavel escreve sobre como um príncipe deve proceder ante seus súditos e amigos, explicando que para manter-se adorado é necessário que o líder saiba utilizar os vícios e das virtudes necessárias, fazendo o que for possível para garantir a segurança e o bem-estar.No capítulo 16 é explicado ao príncipe como cuidar de suas finanças, para não ser visto como gastador, e levar o povo à pobreza, cobrando muitos impostos para manter-se rico. O autor diz que o melhor é ser visto como miserável, pois com este julgamento ele poderá ser generoso quando bem entender, e o povo irá se acostumar com isso. Os príncipes que vão junto ao exército atacar e saquear outras cidades devem ser generosos com seus soldados, para que esses continuem sendo fiéis e motivados. No capítulo 17, defende que é melhor um príncipe ser temido do que amado, mostrando que as amizades feitas quando se está bem, nada dura quando se faz necessário, sendo que o temor de uma punição faz os homens pensarem duas vezes antes de trair seus líderes. Diz também que a morte de um bandido apenas faz mal a ele mesmo, enquanto a sua prisão ou o seu perdão faz mal a toda a comunidade. O líder deve ser cruel quanto às penas com as pessoas, mas nunca no caráter material? As pessoas esquecem mais facilmente a morte do pai, do que a perda da herança? No capítulo 18, Maquiavel argumenta que o governante deve ser dissimulado quando é necessário, porém nunca deixando transparecer sua dissimulação. Não é necessário, a um príncipe, possuir todas as qualidades, mas é preciso parecer ser piedoso, fiel, humano, íntegro e religioso já que às vezes é necessário agir em contrário a essas virtudes, porém é necessário que esteja disposto a modelar-se de acordo com o tempo e a necessidade. No capítulo 19, o autor defende que o príncipe faça coisas para não ser odiado, como não confiscar propriedades, não demonstrar avidez ou desinteresse. Do capítulo 20 ao 23, explica como o líder deve controlar e o que deve fazer para manter seu povo feliz, mantendo distância dos bajuladores, e controlando seus secretários.No capítulo 24 explica porque os príncipes italianos perderam seus estados e como fazer para que isso não aconteça. Quando se é atacado, deve-se estar preparado para defender e nunca se deve? Cair apenas por acreditar encontrar quem te levante? Já que isso só irá acontecer se os invasores forem falhos. Nos últimos capítulos explica como tomar a Itália e como se manter na linha entre a fortuna e Deus dizendo que os líderes devem adaptar-se ao tempo em que vivem, para manter-se no poder por mais tempo. O livro retrata a experiência de Maquiavel em analisar as estruturas de um governo, oferecendo ao Príncipe Lorenzo de Médici uma forma de manter-se permanentemente no poder, sem ser odiado por seu povo.

Resenha do livro O PRÍNCIPE | Nicolau Maquiavel| SejaUmaPessoaMelhor

sábado, 8 de setembro de 2018

Direito do Trabalho: Relações de trabalho

Direito do Trabalho: Relações de trabalho: STF Pedro Sampaio fala no programa Saber Direito, da TV Justiça, sobre um dos sujeitos da relação de emprego: o empregador. Sampaio é d...